Entregue em ciclos curtos e previsíveis.
O time escolhe o que cabe na quinzena, acompanha no quadro e, no fim, vê o que entregou. A próxima promessa deixa de ser chute e passa a ser conta.
Do backlog ao que foi entregue
Um ciclo bem fechado responde três perguntas: o que entra, como está indo e quanto o time realmente entrega.
Planejamento do ciclo
Puxe do backlog o que cabe no sprint, com estimativa e responsável, e feche o escopo com todo mundo vendo.
Burndown diário
No meio da semana já dá para saber se vai dar tempo, em vez de descobrir na véspera da entrega.
Velocidade real
A média dos ciclos anteriores vira a base do planejamento seguinte. Menos otimismo, mais histórico.
Um sprint, vários projetos
O mesmo ciclo pode reunir tarefas de projetos diferentes, que é como a maioria dos times trabalha de verdade.
No fim do sprint, os números explicam o que aconteceu
Relatório de sprint, fluxo cumulativo, lead time e cycle time mostram onde o trabalho trava — normalmente numa fila de revisão que ninguém estava olhando.
- Relatório do sprint: planejado, concluído e o que voltou para o backlog
- Lead time e cycle time: quanto tempo a tarefa leva e onde ela para
- Fluxo cumulativo para enxergar acúmulo antes de virar atraso
- Estimado × realizado, quando o time aponta horas
Isto vive junto com o resto da operação
Tarefa, cronograma, chamado, meta e conversa são a mesma base de dados. O que muda num lugar aparece no outro, sem exportar nada.
Perguntas sobre sprints
Preciso fazer Scrum para usar sprint?
O que acontece com o que não terminou?
Dá para ter tarefas de vários projetos no mesmo sprint?
Como a velocidade é calculada?
Feche o próximo ciclo com números, não com achismo
Abra um sprint, puxe o que cabe e acompanhe o burndown desde o primeiro dia.