Gestão de projetos, tarefas e chamados para segurança eletrônica.
Tudo num lugar só: a obra no condomínio, o chamado do síndico às 22h, a preventiva do mês e a OS assinada pelo cliente — da instalação ao contrato que se renova. O técnico abre o celular e vê o que tem para hoje; você vê se o contrato está sendo cumprido.
O dia a dia que você reconhece
Não é falta de competência técnica: é que a informação da operação mora em cinco lugares, e nenhum deles é o sistema.
A obra acaba e o WhatsApp começa
Passada a instalação, o síndico liga direto no técnico. O chamado não existe em lugar nenhum, e no fim do ano ninguém sabe quantas vezes a equipe foi lá de graça.
Três condomínios no mesmo dia
Cada um num estágio diferente, cada técnico com a sua lista no papel. A pergunta "o Villa Sol já passou no comissionamento?" custa meia hora de telefone.
O aceite que nunca chega
A câmera foi instalada, o cliente diz que faltou uma. Sem foto e sem assinatura do dia da entrega, é palavra contra palavra — e o faturamento espera.
A preventiva que ninguém lembra
O contrato prevê visita mensal. Ela acontece quando dá, e você descobre que não aconteceu na hora em que o cliente pede desconto na renovação.
Cada condomínio vira um projeto, com as etapas já prontas
Nada para configurar do zero: o modelo Engenharia já nasce com Backlog, Em execução, Inspeção, Em aprovação e Concluído. Você troca os nomes se quiser e começa por um cliente.
- 1 Um projeto por cliente"CFTV e controle de acesso · Condomínio Villa Sol". Tudo o que já foi feito ali fica no mesmo lugar, inclusive o que aconteceu há dois anos.
- 2 Uma frente por etapaInfra, Instalação e Comissionamento. A tarefa carrega a frente, e o filtro isola a etapa: fica visível que a infra acabou mas o comissionamento não começou.
- 3 O chamado nasce onde o cliente falaA mensagem do síndico no WhatsApp da empresa vira chamado com prazo, dentro do projeto do condomínio — não numa caixa de entrada solta.
- 4 O aceite fecha a etapaA tarefa entra em "Em aprovação" e só sai quando o responsável decide. O que foi entregue e quem liberou fica registrado.
O que ninguém mais junta numa ferramenta só
São três coisas que normalmente moram em três sistemas diferentes — ou em nenhum.
OS assinada no celular, com foto
O formulário de encerramento abre pelo navegador do celular: o técnico anexa a foto do equipamento instalado e o cliente assina na tela. Fica guardado com nome, data, hora, IP e um hash das respostas — se o conteúdo mudar depois, o hash denuncia.
Aprovação antes de faturar
Etapa concluída não é etapa aceita. O status "Em aprovação" exige a decisão de quem você escolher — um aprovador ou todos — e a tarefa só anda depois disso.
"Meu dia" na mão do técnico
Uma tela só para o campo: o que é agora, o que vem depois, o que atrasou. Botões grandes para comentar, tirar foto e concluir, sem passear pelo sistema inteiro.
Os recursos que sustentam isto no dia a dia
Tarefa, cronograma, chamado, formulário e conversa são a mesma base de dados. O que muda num lugar aparece no outro, sem exportar nada.
Perguntas de quem instala e mantém
Serve para a empresa que instala e também mantém?
O técnico precisa instalar algum aplicativo?
A assinatura do cliente na tela tem valor?
Dá para o síndico acompanhar sem virar usuário do sistema?
E o orçamento e a medição da obra?
Comece pelo contrato que mais dá trabalho
Crie a conta, abra um projeto para um cliente e traga os chamados dele. Em uma tarde você já sabe se serve.