Gestão de projetos, tarefas e cronogramas para integradoras de redes.
Feita para obra técnica: cada piso passa a frente de trabalho, cada ponto certificado passa a evidência com fotografia, e o cronograma que o cliente vê é o mesmo que a equipa executa. Quando alguém pergunta "como está o 2.º andar?", a resposta já está pronta.
O dia a dia que reconhece
A obra de infraestrutura não costuma falhar na técnica. Falha na coordenação entre quem executa, quem liberta e quem cobra.
O cronograma do cliente e o seu não são o mesmo
Enviou um PDF na semana passada. Desde então mudou tudo, e a próxima reunião começa com dez minutos de atualização verbal.
O ponto certificado só existe na folha de cálculo do técnico
O resultado do certificador fica no portátil de quem testou. Montar o as-built no fim passa a arqueologia.
Obra parada à espera do outro
A infraestrutura não foi libertada, mas isso só se torna problema no dia em que a equipa chega para lançar o cabo.
Adenda sem rasto
O cliente pediu mais vinte pontos por mensagem. Ninguém registou, e no fecho a conta não bate certo.
Cada obra passa a projeto, com uma frente por piso
Projeto por obra, frente por piso, tarefa por atividade. O cronograma sai das tarefas que já existem — não é um segundo plano para manter à mão.
- 1 Projeto por obra"Cablagem estruturada · Hospital São Rafael". O contrato inteiro num só sítio, do levantamento à entrega técnica.
- 2 Frente por pisoR/C, 1.º, 2.º e Bastidor/Data center. A lista mostra a frente em coluna e o filtro isola o piso — é assim que se vê onde a obra realmente está, e não onde devia estar.
- 3 Dependência entre etapasO lançamento de cabo só começa depois de a infraestrutura estar libertada. Quando a primeira atrasa, a data final move-se sozinha e vê antes de prometer.
- 4 O cliente acompanha sem passar a utilizadorO portal de convidados mostra o cronograma e as entregas desse projeto, com comentário e aprovação, sem ocupar lugar.
O que mais ninguém junta numa só ferramenta
A evidência, a aceitação e o ecrã do técnico em campo — as três coisas que costumam ficar de fora do software de projetos.
Certificação com fotografia, do telemóvel
O formulário de vistoria abre no navegador do técnico: ponto, resultado do teste, fotografia da etiqueta e assinatura do responsável da obra. Cada envio fica guardado com data, hora e hash — e é a partir daí que o as-built é montado.
Entrega técnica que passa por aprovação
A etapa passa a "Em aprovação" e só fecha com a decisão de quem definir, um aprovador ou todos. É a aceitação que sustenta a medição, com o registo de quem a autorizou.
"O meu dia" para quem está em obra
O técnico abre o telemóvel e vê o que é agora, o que vem a seguir e o que se atrasou, com botão grande para fotografia, comentário e conclusão.
As funcionalidades que sustentam isto no dia a dia
Tarefa, cronograma, pedido, formulário e conversa são a mesma base de dados. O que muda num sítio aparece no outro, sem exportar nada.
Perguntas de quem executa obra técnica
Substitui o software de gestão de obra?
É possível gerir várias obras ao mesmo tempo?
E o as-built?
Serve para quem faz GPON e fibra?
Preciso de internet no local da obra?
Monte a próxima obra antes de vender a seguinte
Crie a conta, abra o projeto de uma obra em curso e coloque as frentes. Leva uma tarde, e o cronograma que aparece é o real.